As autoridades de segurança pública mantêm o estado de alerta em Criciúma diante do registro de fraudes financeiras e crimes patrimoniais. A prática do conhecido golpe do Pix, enquadrada como estelionato, tem feito novas vítimas no município, mobilizando as forças policiais para coibir investidas cibernéticas e golpes com transferências bancárias instantâneas.
Como os estelionatários atuam no município
As fraudes financeiras via meios eletrônicos operam por meio de diferentes artifícios para induzir a vítima ao erro. Em muitos casos, criminosos se aproveitam do furto de aparelhos celulares ou da obtenção indevida de dados pessoais e cartões bancários para acessar contas e realizar transações não autorizadas.
Mensagens com falsas cobranças, contatos de números desconhecidos fingindo ser conhecidos com urgência de dinheiro e comprovantes adulterados de pagamento figuram entre as estratégias mais recorrentes registradas pelas autoridades da região.
Outras ocorrências patrimoniais mobilizam a polícia
Além dos crimes eletrônicos, o balanço de ocorrências policiais recentes no Sul catarinense destaca prisões relacionadas à subtração de aparelhos eletrônicos e cartões bancários. Indivíduos têm sido flagrados aproveitando eventos sociais e aglomerações para efetuar furtos rápidos, viabilizando posteriormente o acesso aos dados bancários das vítimas.
Orientações para prevenir fraudes e proteger dados
Para não cair em armadilhas de estelionato financeiro, as forças de segurança recomendam a adoção de medidas preventivas imediatas, como a restrição de limites de transferências bancárias em horários noturnos e a utilização de biometria ou verificação em duas etapas para acesso a contas digitais.
Em episódios de perda ou subtração de celular e documentos, a orientação prioritária consiste em acionar a instituição financeira para bloquear cartões e senhas de acesso aos aplicativos, além de registrar o boletim de ocorrência na Polícia Civil para respaldar as medidas cabíveis.
Fonte: Engeplus







